Minha vida de casado

Tuesday, August 19, 2014

Dois em um!

Sunday, June 26, 2011

A força da motivação

Tenho caminhado nos últimos meses bastante reflexivo. Acredito que tenha sido pelas diversas situações que tenho enfrentado no meio profissional, familiar e pessoal. Já participei de diversas discursões virtuais e até presenciais e uma palavra me veio a mente: cartesiano. Numa dessas conversas virtuais, no meio capoeirístico, um camarada chegou a dizer que possuo pensamentos "cartesianos". Cheguei a solicitar o significado, o que não me trouxe muitas explicações e cheguei a pesquisar na internet sem obter o resultado que desejava.

Acredito que esta palavra (cartesiano) tenha sido criada para traduzir ou designar aqueles que vivem num plano definido em duas dimensões, com coordenadas em eixos ortogonais e que uma equação trará pontos exatos, caso queiramos encontrá-los. Não posso negar que sou cartesiano ao pé da letra vivendo num mundo binário em que sempre imponho a condição de certo ou errado, sim ou não.

Este ano de 2011 tem sido uma prova de fogo, no qual tenho que deixar esse lado cartesiano para evitar os conflitos que surgem no meio profissional. No entanto no meio familiar permaneço cartesiano, embora esteja praticando muito a paciência com minha filha. Deixar de ser cartesiano é esquecer que iremos colocar uma coordenada X numa equação e encontrar o Y, pois podemos encontrar valores completamente distorcidos em que a situação possa fugir do controle ou simplesmente se manter numa zona em que os conflitos possam ser gerenciados sem muito estresse.

Mas estar no meio cartesiano não gera estresse? Eu acredito que gera muito mais do que estar fora dele, pois quando impomos uma condição de certo e o outro lado impõe a condição de errado não chegamos a um denominador em comum e o diálogo entra em conflito, praticamente numa guerra em que devem surgir intermediadores que definirá qual resposta será tomada como a solução do problema, e muitas vezes essa resposta não é a que achamos como a correta, a não ser que deixemos de ser "cartesianos" e simplesmente flexibilizar a resposta para que ambas as partes saiam contentes.

Por outro lado, até que ponto podemos nos flexibilizar? Até que pondo estaremos nos corrompendo dos valores que possuímos? Acredito que a melhor resposta é com a seguinte pergunta: "Até onde você quer chegar?"

Praticamente no fim desse meu discurso que praticamente chego ao tema do título. Somos seres movidos de motivação, por menor que seja o interesse, nos motivamos sempre. E cito uma motivação simples e que praticamos no dia a dia: a fome. Quando estamos com fome, de alguma forma nos motivamos a ir até a cozinha fazer uma comida, ou nos motivamos a ir até um restaurante, nos motivamos a procurar comida e num caso extremo de pobreza o indíviduo se motiva a "roubar" por comida, pedir esmola por comida ou pegar comida do chão ou estragada para se alimentar.

Retornando ao assunto do "cartesiano", cheguei a conclusão de que nos tornamos flexíveis ou inflexíveis a depender das situações que passamos e do interesse que se faz necessário para alcançarmos nossos objetivos, ou seja, a força da motivação nos encaminha para sermos o que somos hoje.

Thursday, May 19, 2011

Fidelidade e lealdade (continuação)

Sem muitas delongas, o meu objetivo do post anterior foi de trazer uma reflexão entre a fidelidade da comunhão entre casais, a qual deve ser a mais forte e solidificada, e a lealdade no meio profissional, em que somos cobrados e devemos provar e conquistar.
Quais são os riscos de um homem infiel no casamento ser desleal no meio profissional? Independem uma coisa da outra ou são correlatas? Até onde a lealdade poderá ser testada?
Me deparo com isso no meio profissional. Me cobram lealdade, mas até onde esta lealdade vai? Ou vivemos eternamente desconfiados ou um dia nos depararemos com uma surpresa desagradável. E por isso lembro da famosa frase de meu ex-professor de ensaios tecnológicos do antigo CEFET-BA, o professor Olivar, da qual minha esposa leva a finco: "Não se confia confiando, se confia fiscalizando." A lealdade cega não é a mais correta, e como na definição (no post anterior), ela é construída. Devemos a cada momento buscar provas de que essa lealdade está sendo cumprida.
Porém, quando nos deparamos com mostras de lealdade de alguém que é infiel, até onde devemos confiar ou até onde esta lealdade é plena?
Sinceramente, é esse tipo de relacionamento que não conseguimos definir se realmente estamos construindo um elo de confiança e credibilidade. Por outro lado, estou demonstrando a lealdade que me cobram? O mundo profissional é cheio de truques e trapaças, tanto pelo lando do empregador como do empregado. Até onde somos úteis, estamos apresentando resultados positivos e nosso custo (salário) não está afetando o lucro da empresa ou se tornando desnecessário, continuamos estáveis. Quando não somos mais úteis, somos descartados, independente do profissional e leal que somos.
Devo estar na conclusão da minha reflexão, pois agora estou no conceito de que a lealdade a qual somos cobrados está mais relacionada na capacidade sermos os mais próximos da sinceridade e da confiabilidade, e a depender da abertura, nos tornamos leais àqueles que também são conosco, ultrapassando as barreiras estabelecidas pelas corporações e estreitanto um relacionamento de amizade.
Vai depender de cada um, o quanto é fiel e leal consigo, o quanto se é fiel com o próximo e até quando podemos nos mostrar leais, pois nem sempre podemos ser sinceros. Imagine estar num emprego, chegar para o chefe e dizer a ele que está trabalhando, porém que está procurando outras oportunidades? As chances do chefe lhe dispensar no dia seguinte serão enormes. O problema é que ao deixarmos de nos mostrar leais em alguns momentos, podemos nos acostumar. Talvez esse seja o primeiro momento que iniciamos a "gestão de conflitos" e a lidar com os interesses pessoais.
Nessas omissões podemos ir somando a tantas outras e dentro das decisões que tomamos para gerir os confitos e consequências dessas ações. Encerro já com sono e com a mente fervilhando de idéias para escrever com o seguinte pensamento: "omitimos ou negamos para nossos chefes que estamos procurando novas oportunidades com o intuito de permanecer empregado numa menor gravidade da mesma forma que alguém mente ou omite para a esposa que existe uma terceira pessoa para continuar em casa para não ter que pagar pensão ou qualquer outro motivo?"

Sunday, May 08, 2011

Fidelidade, Lealdade e Traição no sentido amplo da vida

Tenho um grande problema que é ser sincero e não ter condições de mentir a quem está próximo de mim ou a quem me pergunta algo. Por ser homem, não é difícil entrar em conversas informais sobre traições extra conjugais, seja conversas entre amigos, seja entre colegas de trabalho. Neste mundo em que vivemos, o meio corporativo nos cobra um aspecto de personalidade muito forte que é a lealdade, precisamos formar grupos leais seja a qualquer custo. Mas será que a lealdade no trabalho não tem interferência com a infidelidade conjugal? Será que as interpretações de lealdade e fidelidade não se cruzam?
Dentro das traduções da palavra fidelidade encontramos o termo "lealdade" e também "a qualidade de ser fiel". Já a tradução da palavra lealdade, que cruza com a intepretação "daquele que cumpre com suas promessas" está também a palavra fiel. As palavras se cruzam, porém a fidelidade pode ser algo criado ou definido, mas que possui prazo para ser finalizado como a frase "que seja eterno enquanto dure", já a lealdade é algo que construimos a longo prazo e que se torna duradoura.
Porém me vem a pergunta que não quer calar: um relacionamento conjugal e infiel não interfere na lealdade com seus amigos ou colegas? Até que momento esta lealdade será duradoura ou poderá sem mostrar falsa?
Já é comum dentro da "lealdade" entre os homens contar sobre seus relacionamentos extra conjugais como se isso não interferisse em nenhum outro relacionamento, seja ele entre colegas ou amigos. A formação de um casal pode ser ou não consolidada perante a igreja e/ou perante a justiça na qual assumimos uma união estável. Estamos num país cujo relacionamentos entre casais é assumido como monogâmica e falamos para nossas esposas que ela é a única em nossa vida. E ela acredita que é a única.
Se nós não nos contentamos com apenas uma mulher, devemos estar dispostos a assumir essa condição quando iniciamos um relacionamento e a mulher aceitará ou não ser uma parte deste relacionamento, assim vice-versa o homem deverá se dispor a aceitar que não será o único. Seria fácil aceitar isso?
Como não fazemos parte de uma sociedade poligâmica e desde que o relacionamento não esteja pautado neste tipo, qualquer outra pessoa que seja inserida sem que todos saibam será tratada como traição. Isso já está claro em todos os nossos conceitos, inclusive nas conversas entre homens.
E em qual condição este traidor de um relacionamento conjugal pode se mostrar leal na empresa, com seus colegas ou com seus amigos se o seu desvio de conduta acontece diante de seu cônjuge, o qual jurou fidelidade? Será que um independe do outro e por isso somos leais com uns e com outros não?
Não estou colocando aqui a situação de um relacionamento desgastado que chega ao fim e o assunto traição não está incluso neste desgaste. Neste caso, a fidelidade está mantida e portanto, a lealdade também, pois foi desfeito um relacionamento sem que outro tenha começado.
Então, no âmbito corporativo quando deparamos com colegas, ou no âmbito social quando deparamos com amigos que são infiéis com suas esposas estão demonstrando o quê? Será que isso pode trazer indícios de que em algum momento ele pode se demonstrar desleal a nós? Esta é uma pergunta um tanto complicada, pois a falta de lealdade pode não ficar clara ou evidente. No dia-a-dia pode ser a omissão de um fato, ou não ficar ao lado quando algumas atitudes são tomadas em conjunto, algo do tipo "vá na frente que depois chego lá" e se der errado eu "nem vai".
Como estou num relacionamento conjugal que já deu frutos, minha filha acabou de acordar e perdi o "fio da meada" para continuar esta minha reflexão. Quem sabe em breve trago novos comentários sobre o assunto.
Abraços a todos.

Friday, February 23, 2007


Olha o trio aí.
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Eva (meu amor) e Adrielle (minha sobrinha) brincando de presidiárias com o portão de entrada do prédio que moramos.
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Bel do Chiclete com Banana, tocando e cantando na Avenida. É uma pena que o Camaleão no ano que vem deixará de passar por aqui no domingo. Parece que os camarotes estão influenciando de forma pesada nas atrações, ledinavando-as para próximos de si no circuito Barra-Ondina.
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Adrielle, meu amor e eu numa pose para fotos, aproveitando o intervalo entre um bloco e outro.
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Meu pai (de cabelo branco) dançando na avenida, Adrielle (minha sobrinha de costas e de trança no cabelo) dando risada e Eva (minha esposa) curtindo o momento divertido.
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TRIBAHIA no Carnaval de 2007


Olhem o TRIBAHIA passando na avenida e dando a oportunidade daqueles que são pipoca de curtir o carnaval numa boa!
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Monday, January 01, 2007

Criatividade com a luz


Quando não se tem o que fazer, inventa! Ainda mais quando as idéias já estão na cabeça, bastando pô-las em prática e ver os como saem os resultados! Legal não? Posted by Picasa

Farol da Barra - dezembro de 2006



Uma bela manhã de domingo do mês de dezembro no Farol da Barra, tomando um banho de sol e de mar à beira da praia. Posted by Picasa

Sunday, January 29, 2006

Formatura em Engenharia Civil


Tiago, eu, Gilmar, Alexandre e Roberto. Colegas de faculdade e agora colegas de profissão.
Cada um teve suas dificuldades, pedras no caminho, alegrias e grandes comemorações. Esta está sendo a maior comemoração na fase pós-faculdade. Uma grande realização, cinco anos de curso e de disciplinas que nos faziam perder noites, nos desesperarmos atrás de professores, para adiar provas ou para recorrigir provas, etc.
Agora, cada um seguirá o seu caminho e buscará o sucesso! Posted by Picasa


Primas nos parabenizando por mais uma realização! Posted by Picasa


Plínio, Eu, Gilmar, Alexandre e Tiago, momentos antes de entrarmos para a colação de grau! Posted by Picasa


O amor nos trouxe aqui!Posted by Picasa


A pose dos formandos, momentos antes do juramento! Posted by Picasa


Eu, colando grau! Posted by Picasa


Plínio, momentos antes de receber o diploma! Posted by Picasa


Tiago, momentos antes de receber o diploma! Posted by Picasa


Meu colega Engenheiro, Tiago Kruschewsky, orgulhoso com o diploma em mãos! Posted by Picasa


Eu de perfil, já com o diploma em mãos! Posted by Picasa


Eu alí no meio de colegas formandos! Posted by Picasa